O Encontro Das Estrelas

O Encontro Das Estrelas
A lenda milenar onde Altair e Vega se encontram uma vez por ano

Sem Nação

Cidadão há 67 anos, brasileiro com orgulho de ser, fui humilhado perante o mundo todo quando uma corja de togados podres a sua revelia, passando por cima da Carta Magna do país, colocou no poder um molusco ladrão, descondenado e impôs a mais descarada fraude em sua eleição, sem que houvesse nada para parar esse poder. A esperança eu vi em decepção, quando as gloriosas forças armadas lavaram as mãos e ainda prenderam cidadãos que dela se orgulhavam. Humilhado e decepcionado, esse cidadão é não mais brasileiro. O que eu tinha orgulho transformaram em vergonha. E sem direito a luta, numa verdadeira e sórdida ditadura, afirmo que meu país deixou de existir. AQUI JAZ BRASIL.

quinta-feira, junho 07, 2007

Pode comemorar, galera tricolor...



É CAMPEÃO!!!!!!!!
Como demorou para todos nós tricolores podermos dizer isso!
E não pensem que foi fácil. O time que temos não ajuda e o sofrimento foi intenso.
Eu só acredito na estrela do Renato, que provou mais uma vez isso. O time é fraquinho.
Por mim, quem entraria em campo ontem seria o time B. Pelo menos saberia que luta pela bola não faltaria.
Eu não aguento Alex Dias mortinho da Silva, Carlinhos cabeçudo, um meio campo que marca só a bola ( e quem joga um pouquinho sabe o que estou falando), Carlos Alberto e seu cabelinho ridículo, não dá, gente.
Penso que agora possa servir de alento pra uma nova fase nesse grupo esse título. Sirva para que o Renato junte o melhor desses dois times e nos faça ver algo mais no seguimento do Brasileiro.
De qualquer forma, como sofredor de longo tempo, estou feliz por ganhar alguma coisa. E não só eu.
Vocês viram como estão comemorando esse título???!!!!
É. Foi algo muito tempo esperado e afinal conseguimos.
"Um beijo molhado em todo torcedor do Fluminense" - palavras do Renato agora há pouco no Rádio.


terça-feira, junho 05, 2007

Fazer o quê, né???!!!

Sem muito o que fazer, me pego pensando em minha vida nesses últimos dias.
Já há bastante tempo sem chance de trabalho, minhas buscas, minhas idas e voltas, meu passado recente, minha idade refletindo em tudo que é meu - saúde inclusive- me deixam amargos os dias. Aqueles dias em que a gente não encontra mais razão de ser, de lutar, de esperar. Aqueles em que a tristeza toma conta e dá lugar a dita cuja depressão.
Sonhar, que me faziam até então suprir esses dias, também se torna difícil.
Tenho me sentido assim e só. Quero encontrar um caminho.
Busco na net todos os dias, envio curriculos, procuro uma chance. Já pedi para "qualquer vaga em que possa ser útil".
E vêm as recordações. Com elas os erros, as decepções, vergonhas, frustrações, arrependimentos.
"Podia ter sido menos orgulhoso"; "Podia ter deixado para lá e continuado a trabalhar"... em qualquer nesse "belo" mundo haverá gente para tentar ser mais que vc, querer ser mais que vc, te atazanar até tirar vc do seu caminho...
Burro fui que não prestei atenção mais uma vez e perdi o que gostava de fazer.
Já lá se vão 5 anos. As lembranças fazem parecer menos.
E pensar que vivia uma conturbada relação com aquela que marcou essa minha vida, morava com meu pai, trabalhava à noite, etc, etc...
Sinto falta de tudo aquilo. Dos dias bons.
Do meu trabalho cumprido a cada noite, de meu canto, e daquela moça que me encantava com sua maneira de fazer amor, de me atacar a qualquer hora, me fazer feliz, sem saber o que era cansaço.
Ela me esperava chegar do trabalho às 8h da manhã e aquilo podia durar o dia todo.
A química era perfeita: os ingredientes se misturavam na hora, de forma e ordem diferentes, mas o resultado... que resultado!!!!!!

















Uma coisa pude tirar como aprendizado: por mais que parecesse ser igual, não me lembro de fazer da mesma forma, repetitivo, formal. Acho que isso era o maior segredo da mistura.
Eu comentava com ela que não me lembrava de "como foi da última vez".
Era para mim como se a primeira vez. Cada uma vez que eu a tinha em meus braços, cada uma daquelas suas magias sexuais, cada uma daquelas demonstrações de amor, de tesão puro e sem limites era como se fosse a primeira vez.
Eu era apaixonado demais, acho agora.
Mas valeu. Valeu tudo aquilo que vivi de bom, mesmo pagando até hoje os meus "pecados".

Estou sem escrever faz tempo, sei.
Não visito as minhas amigas também.
Vi, porém, que a Vivi "não conseguiu" e voltou a nos brindar com sua presença.
Isso me deixou muito contente, feliz por ela.
Um beijão minha eterna e linda mascarada. Heroína de tantos sonhos...

quarta-feira, abril 18, 2007

4.2

Essa já foi uma data gostosa para mim: 18 de abril.
Pelo rádio, logo de manhã, soube ser hoje a data de nascimento de Monteiro Lobato.
É também aniversário de um cunhado e de um "ex-amigo" de São Paulo.
Mas já foi importante por ser aniversário daquela que me fez um dia muito feliz, sobretudo como homem.
Aqueles aniversários onde seu presente era sempre meu prazer...
Hoje, ela faz 42 anos. Ainda deve parecer com seus 35 pelo menos, porque sua natureza favorece isso.
Não tenho vergonha de dizer que "sinto falta daqueles dias maravilhosos" e tenho inveja de quem hj pode usufruir de tanta beleza e tesão completo em todos os sentidos.
Esteja onde estiver, com quem estiver, fazendo o que quiser... Feliz Aniversário!!!!!!!!!
Minhas lembranças boas farão a festa em meu coração.

Amanhã é dia de Santo Expedito. Me faz lembrar tb que foi a data de minha última entrevista para um emprego. Ficou só na entrevista e faz um ano isso...

segunda-feira, abril 02, 2007

Registre-se aqui

Quero registrar esse dia (02 de abril de 2007).
Primeiro por ser aniversário do "conde" - 59 anos, cara - a quem quero muito bem.
O "conde" , esse cara que aparece ao meu lado na foto, de óculos, é meu irmão mais velho. É o do meio e como tal, nada deixa a desejar a fama de "irmão do meio". Tem todos os problemas e carrega toda uma sina de ser "irmão do meio". Mas, não sei porque, é sempre dele que se gosta mais. Talvez por serem eles arredios dos "extremos", diferentes em quase tudo, no agir, no ser, respeitar, seguir, pensar. Sei lá.
O meu "conde Hildebrando Ildemico" se chama Ademir em homenagem ao Ademir "Queixada" da seleção brasileira e do Vasco.

Mas, registrar em segundo lugar, um pequeno "incidente" que me ocorreu nesse dia de hoje que não poderia deixar passar: depois de muito tempo, eis que estive pertinho daquela mulher a quem indignamente dei um dia todo meu amor.
Por acaso, ao entrar em ônibus em direção a UFRJ (o primeiro de 2 que tenho que enfrentar - quem mandou morar mal, né) lá estava ela sentadinha e toda serelepe.
Como é de meu costume não entrar em condução e bares, comércios etc, olhando para ninguém, sentei-me em meu canto e só a fui notar mais adiante, uns 10 minutos. Desci no primeiro ponto. Segui meu caminho depois e, 1 hora mais tarde, ao chegar a UFRJ, ainda sentia minhas carnes tremerem, meu estômago embrulhado, mal estar. Mais tarde, quando baixou a adrenalina, baixou meu astral também.
O aniversário do mano sempre marcou alguma coisa para mim.
Há 27 anos, explodia a fábrica onde eu trabalhava. Foi na madrugada do dia 03 de abril de 1980, após ter com ele comemorado em sua casa em um jantar. Meu primeiro filho quase nasceu com o susto da situação.
Agora, este aniversário fica marcado pela presença dessa mulher, que não via há muito tempo tão próxima. Confesso que os sentimentos são uma grande mistura mas, são reais e muito fortes. Também confesso que não posso ficar em um mesmo ambiente em que ela esteja, afinal, sofri muito por ela (aprendi que não "sofri por causa dela e nem ela me fez sofrer").
Eu poderia e garanto já ter perdoado, lá no fundo do meu ser, mas não consegui ainda visualizar-me falando com ela, frente a frente. Sobre o ônibus, sabia exatamente como agir e asim o fiz.

Feliz aniversário meu irmão, que Deus o ilumine sempre mais e a mim ajude.

quinta-feira, março 29, 2007

Abster-me

Rolou muita coisa nesse meu período de abstinência por aqui.
Agora mesmo, escrevo da Universidade, pois estou sem computador já há algum tempo.
Entre outras "coisitas mas", uma mudança de endereço (muito louca pelas circunstâncias)com um substancial aumento de dívidas, o término de minha bolsa, estudos e provas para concursos, etc.
Mas o que me tirou o tesão de estar por aqui foi a marcante e indisfarçável forma como descobri que estava sendo chato, escrevendo sobre as mesmas coisas, acompanhando e escrevendo sobre as mesmas pessoas. Eu muito as quero em meu coração, mas entendi que podia a devia me afastar um pouco, "deixá-las respirar".
Não tenho nem mesmo visitado seus cantinhos, lido suas estórias.
Vou procurar centrar-me melhor e, quem sabe, seguir.

segunda-feira, fevereiro 19, 2007

Meio século!!!!!!!!










Já de há muito tempo não considero mais essas datas.

Estou falando sobre aniversários, não sobre Carnaval.

Quando tinha 20, não sei se pensava em quando chegasse até aqui, mas creio que seja "o mesmo mistério" vivido hoje.

Não quero avaliar o que hoje se apresenta para mim, nem saber de tudo o que sinto, tudo que vivi, que perdi ou deixei para trás, das pessoas, dos amores, das guerrinhas, das lutas incomuns, enfim, de tudo aquilo vivido, passado para chegar até agora.

Não desejo comentários como nunca gostei do famoso "parabéns pra você" com direito a bolinho e vela para assoprar...

Considero tudo normal. Mudanças? a barriguinha é mais proeminente, a ranzinzisse começa a ser mais frequente, os medos aparecem mais e te deixam mais acomodados, a importância em ajudar e cuidar do que é seu (filhos, por exemplo), a expectativa de ver netos, as dores (ah, essa PVC!!!!!) começam a incomodar, as saudades. Essas últimas são e serão sempre as piores.

O telefone sempre toca. Meu pai, meus irmãos, pessoas mais frequentes... mas tem aquele em que nada dizem. Simplesmente escutam o "alô", dão um tempinho e desligam.

Esses aconteceram sempre que "estive longe" daquela que mais me fez sofrer.

Esses, por incrível que possa parecer, foi hoje meu presente de aniversário.

Foi só uma vez e me fez com que a saudade de coisas boas voltasse a cheirar em minha volta.

Saudade de coisas boas, presente de aniversário marcante para meus 50 anos.

Um beijo para mim em meu coração sofrido e ainda vivinho e com vontade de amar, sofrer, se apaixonar, viver...

Ser Somente 1000

 Em uma das últimas cenas do filme "O Último Samurai" , o personagem de Tom Cruze ao ser indagado sobre como havia morrido Katsumo...