O Encontro Das Estrelas

O Encontro Das Estrelas
A lenda milenar onde Altair e Vega se encontram uma vez por ano

Sem Nação

Cidadão há 67 anos, brasileiro com orgulho de ser, fui humilhado perante o mundo todo quando uma corja de togados podres a sua revelia, passando por cima da Carta Magna do país, colocou no poder um molusco ladrão, descondenado e impôs a mais descarada fraude em sua eleição, sem que houvesse nada para parar esse poder. A esperança eu vi em decepção, quando as gloriosas forças armadas lavaram as mãos e ainda prenderam cidadãos que dela se orgulhavam. Humilhado e decepcionado, esse cidadão é não mais brasileiro. O que eu tinha orgulho transformaram em vergonha. E sem direito a luta, numa verdadeira e sórdida ditadura, afirmo que meu país deixou de existir. AQUI JAZ BRASIL.

sexta-feira, julho 04, 2008

O FIM, A REVOLTA E A FRUSTRAÇÃO

No meio da madrugada de 3 de julho, já um pouco mais calmo e menos resignado, escrevi o que segue abaixo:
Foi o fim!!!
O fim de mais um sonho.
Tirando uma boa parte, representada por uma torcida contrária (e grande, diga-se de passagem), mesmo brasileiros (e sobretudo cariocas), o meu Flu era "a pátria de chuteiras".
Não deu...
Sucumbimos no final, de penaltys.
Como o Uruguai de 1950, o Maracanã viu 80000 filhos saírem derrotados, tristes, num silência mortal.
Eu??? Sofri muito nestes 2 e 3 de julho.
Não consegui dormir direito, não jantei (como de costume, 1 só refeição ao dia) e sabe Deus como ficou meu coração enquanto o jogo se desenrolava.
Sofri.
Talvez como nunca pelo meu time de coração.
Não chorei.
Sou um chorão mas, dessa vez não. Externamente falando.
O coração com certeza soluça doido neste peito.
Lembro-me da Copa de 82, no trabalho também, radinho na Tupi e Ronaldo Castro, repórter de campo, ao desabar sem conseguir dar a notícia naquele instante, tirou a rádio do ar e este aqui que escreve foi para tráz de um tanque na Getec para ninguém vê-lo chorar copiosamente também.
Hoje, 3 de julho de 2008, vivo um momento histórico de dor.
Vai ficar marcado e não vai ser esquecido.
O meu Flu não nos dá uma chance de ser campeão todo dia. Muito mais da Libertadores.
Estamos, no entanto, de parabéns. Somos e fomos tricolores até o fim. Acreditamos.
Esse foi um grande passo.
Se falarmos da festa, o grande feito de passar pelo São Paulo e pelo Boca Juniors, a história desses jogos, sacrifícios e de até onde chegamos, podemos nos encontrar com um abraço e aperto de mão com a cabeça erguida pelo orgulho de ser tricolor.
Tricolor é isso.
Sofrer sempre fez parte.
Estamos aprendendo.
Já chegamos bem perto.
A minha personalidade não me permite gozar a cara de ninguém.
Repudio quem gosta desse tipo de coisa.
Já torci por outros times, inclusive pelo Fla de 82 na Libertadores e no campeonato mundial.
Perder daquele time era normal. Havia um respeito comum a todos os outros por um futebol de nível e jogadores e homens dignos como Zico e Júnior.
Ver o que vi por aí, presenciar o absurdo e ter que ficar calado é muito doído.
Acreditar mais em que? No homem? No brasileiro?
Em meio a revolta pela Liga dos Urubus, por exemplo, penso que "a deles está guardada".
Mas o quê? Para quê? Nada vai trazer ou me dar prazer. Não apagará o que deixei de ganhar.
E torcer mais também já é um caso a ser pensado.
Guardei minhas camisas (todas herdadas de meus filhos) e não pretendo colocar para fora do armário tão cedo. Talvez virem relíquias.
Eu havia levado comigo e enfeitaria os bancos do meu carro na volta do trabalho, pela manhã, se fosse outro resultado.
Marcado pela derrota, pela revolta, pela dor de ter chegado tão perto, me senti muito abalado e percebi que é sério. Preciso de uma atitude.
O torcedor que escreve não foi tão campeão quanto a urubuzada (aliás, que pensa que só eles podem ser - porque não deixar então só o deles existir?) mas sempre foi digno de respeito por respeitar os adversários. Essa é a grande diferença: a elite.
Perder faz parte do jogo. Saber perder faz parte dessa massa tricolor que idolatro aqui agora.
Somos e seremos assim mesmo.
A frustração é muito grande. Afinal, chegamos tão perto...
Os Deuses do futebol sabem o valor que teria para nossos corações de três côres um título, um troféu.
Não mereciamos.

quarta-feira, julho 02, 2008

Concentrado

É HOJE.






Tricolores vivos ou mortos,
uni-vos!!!!


Hoje é a grande noite. E será longa a espera por um resultado imediato, que nos torne dignos de alívio. Afinal. entramos perdendo por 2 X 0 de um time que, como nós, quer seu primeiro título das Américas também.


A missão é muito difícil para os camaradas que estarão com a camisa tricolor em campo nessa batalha mas, se lembrar que achava difícil passar pelo São Paulo e passamos; pelo Boca impossível, e passamos...


Eu creio que o único cara que diz que será campeão hoje a noite, com convicção, é o Renato. Mais ninguém fala como ele.
Deve ter e saber seus motivos.

A torcida tricolor espera de braços abertos a bênção do João de Deus. Só então sim, poderemos cantar.



Ele estará, com certeza, com Nélson Rodrigues ao seu lado na torcida pelo meu Fluzinho.


Eu????!!! Confesso, estou concentrado desde a última quarta-feira.
Sempre fui pé frio ouvindo ou vendo meu time jogar. Não sei o que fazer logo mais.


A partida é histórica como foram épicas as vitórias sobre São Paulo e Boca Juniors.
Já me dei por satisfeito com as vitórias memoráveis que tive o prazer de viver.

Vamos esperar o que os Deuses do futebol nos reserva para logo mais.
Rezemos pela intercessão de João de Deus e seja o que Ele quiser.




Ps: ia esquecendo que a torcida da Urubuzada não consegue ficar quieta sem incomodar aos adversários. Vão curtir o primeiro lugar do Brasileiro, meus! Coisa inédita em muitos anos para vcs, né... Deixem o meu time em paz, cambuta de fedapada!

quinta-feira, junho 26, 2008

Ranzinza, eu? ... Será?

A Leila. aqui em casa, já falou que ando muito ranzinza...
Tenho que admitir.
Mas, vendo a nossa querida e fabulosa TV aberta, onde em determinados horários nada se tem a ver e você acaba assistindo ao velho "Chaves", tenho que falar.
Eu chego em casa por volta das 7h e, enquanto tomo meu café e fumo meu cigarro, assisto ao final do (se não me engano) Bom dia Rio.
Aí, com o advento das Olimpíadas na China, a gloriosa TV Globo arranjou uma "coisinha de Jesus" chamada Elisa Jung para fazer uma contagem de tempo e trazer algumas coisas típicas da China a sua tela.
Pois bem. Se vocês ainda não viram, confiram e me digam se há "negocinho mais feio" que aquilo.
A Globo até usa de recursos para esconder a pobrezinha, suas roupinhas ridículas e sua carinha feia, superpondo-a em imagens de fundo para destorcer sua aparência.
Mas ela fala... ( se é que aquilo é falar) e repete todos os dias a mesma frase no final. Ai, ai...
Me desculpem, mas como havia dito uma vez:"gosto é igual a cú..."
Mas alguém pode dizer o que o gênio que descolou aquela chinezinha pensou para colocar a pobre da menina para fazer isso?
E ainda faltam bons dias até a Olimpíada.
E sigo minha rotina.
É hora de ir para o berço.
Éééééé.... nana neném mesmo.
Quando acordo, pelo menos nesses dias mais frios e gostosos, lá pelas 15:30h, a TV Record tem transmitido bons jogos da Copa da Europa e tenho visto alguns.
Mas, valha-me Deus, com os narradores repetindo o tempo todo o óbvio de "Só a vitória interessa" e uma comentarista (vejam só isso!!!) que mais parece poeta... não dá, né.
A dita cuja senhora se chama Milly Lacombe.
Com um nome desses deveria pagar algum a FIAT e a VW, não acham?
É excelente em dicção, estemamente inteligente e mostra conhecer um pouco daquilo que vê para comentar.
Porém, a rapidez com que diz suas palavras em suas interferências e a prolixidade (isso existe?), ou seja, muito rápida e prolixa para a coisa desse nosso Brasil chamado futebol.
Assistindo agora mesmo a Rússia x Espanha ouvi dela uma frase a qual tive que levantar e vir escrever nesse meu blog. Eu já queria ter feito isso há tempos, confesso.
Relutei muito para externar a vocês aqui que estou velho ranzinza, como diz a Leila, mas, diante de tal coisa...
A Espanha vencendo por 1 x 0, a Rússia perdida em campo, não reeditando suas atuações a la carroussel holandês e a menina me sai com essa:
"Quando eu digo que a Rússia ainda não mostra suas armas é isso: aquele caos criativo controlado."
CAOS CRIATIVO CONTROLADO???!!!!!
Nunca vi isso dona Mille... ou seria a Combe?
Aí eu não aguentei mais e tive que escrever...
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Tenho estado muito crítico mesmo nesses últimos tempos.
Pode ser uma mistura de ranzinzisse e gosto por coisas certas, por fazer bem feito, do bonito, do feio, do valor, do SER.
Será que "ficar velho" inclui no pacote a visão de um mundo que poucos vêm ou prestam a devida atenção? O senso crítico da gente passa a ser chamado então de ranzinzisse?
Estou ficando velho e não sei mais o que dizer.

quinta-feira, junho 19, 2008

Magina!!!!!!!!!!!

Na postagem "sensualidade", onde expressei a grande atração que sinto por uma mulher, atriz, madura e de uma simplicidade enorme, o meu intento é mostrar as coisas do SER.

Como, com tantas pessoas nesse mundão nosso de Deus, somente algumas podem nos atrair e mostrar alguma coisa que só a gente sabe o quê?

Aí, recebo o comentário de uma lindeza, maravilhosa e estonteante amiga: "E eu????"

Você, minha linda, é a glória.

Um SER de luz intensa, como sempre disse.

Não sei se poderia sentir essa mesma sensação, afinal, a outra eu sempre vi na mídia e já há algum tempo, posso afirmar.

Nós dois nos conhecemos aqui, lendo suas linhas e vc as minhas. Suficientes para enxergar o que tens de SER e gostar de você como gosto.

Dignamente nessa vida, sendo e passando por tudo, linda e maravilhosa sempre, inteligente e AMANTE DA VIDA, você me conquistou com seus contos e sua maneira de ser.

Seu carinho por esse carinha aqui foi a coisa mais importante que consegui e prezo muito isso.

Uma coisa é certa para as duas: o meu respeito.
Outra coisa é mais palpável, mais real: de você sei muito mais e tenho muito mais também.
Nem dá para comparar quem é mais para mim, né!?


(Fico imaginando uma linda e estonteante loira, em frente a uma telinha, fazendo beicinho e reclamando com ciúmes... rsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrrs)

"Magina" você então, minha querida Vi, a cara de felicidade por isso, que agora tenho aqui.


UM IMENSO BEIJO e meu desejo de sempre, anjo (uma vez mascarada) de luz.


EU AMO VOCÊ ... e a todos que te gostam, (especialmente ao Serginho.. rsrrsrrr)

quarta-feira, junho 18, 2008

MEU DIA, NOSSO DIA




DIA NACIONAL DO QUÍMICO

PARABÉNS A TODOS !




terça-feira, junho 17, 2008

Sensualidade

Não sou daqueles que curtem vida de artistas, televisos, etc.
Não gosto de novelas desde criancinha.
Mas, uma determinada pessoa que aparecia na telinha vez por outra que eu estava em sua frente, me fazia parar e prestar atenção. Algo assim que eu não sei ainda explicar.
Ela exercia sobre mim uma espécie de domínio. Algo que me fazia viajar não em seus personagens, suas cenas ou falas. Era só nela que permanecia fitado, como se analisando aquela mulher, aquela pessoa.
Ela não é linda.
É alta, magra de aspecto e parece estar e ser sempre muito natural na frente de outras que aparecem na TV. Isso também chama a minha atenção.
Sua forma de ser, seu jeitinho doce apesar do tamanho e sua voz.
Dei-me por conta, em tempo recente, desse carisma e interesse que ela exercia por mim, ao ler ou ver em algum lugar sobre o que disse de sua sexualidade pessoal.
Algo assim como "não ter hora nem lugar, no elevador, na cama, no chão..." me fizeram ver então o que ela desperta em meu interesse e me atrai: sua sensualidade.
Não vou aqui querer explicar algo que não explico e nem sei por onde começar. É só o que sinto.
A Júlia está com 45 anos e eu já a via com esses olhos desde há muito. Só não sabia.
Então, por acaso, no canal 2 (pouco assistido em nossa cultura geral de novelas e etc) eu vi um filme chamado "Um copo de cólera", onde ela contracena com seu marido, Alexandre Borges, as mais deliciosas, quentes, naturais e sensuais cenas de sexo.
Estava ali a mulher e não a atriz... aos meus olhos, é claro.



Júlia Lemmertz em Ipanema, recentemente.

Um copo de cólera






segunda-feira, junho 16, 2008

Saudades de um tempo bom


Para vocês: Shirley, Luciano e Cris.



O GOVERNO E EU

O ano de 2007 foi aquele que o governo resolveu me encontrar.

Desempregado desde de 2004, o I.R. me encontrou e aplicou-me uma multa (sem dó nem piedade) que tenho que pagar por longos 60 meses (foi o que puderam fazer por mim) em um processo sobre o exercício 2004/05, onde, por um erro e não por dolo, minha esposa apareceu como dependente e não deveria.
Os juros remontam em 2 ou 3 anos e não podem ser contestados. É a lei.

Quase briguei com o marido de uma prima ao final de minha exposição sobre o caso, onde xinguei toda a classe de auditores fiscais, sem saber que ele é um auditor fiscal e que defendeu a classe com afinco.
Depois da pergunta que ele não me respondeu ("E se fosse com um funcionário público como vocês? Haveria a multa ou passaria inpune?") pediu-me educadamente que me retirasse.

Eu estava em sua casa, acompanhando meu pai.

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Dirijo desde 1977.

Sou adepto à direção defensiva, procuro sempre evitar utilizar meu carro, cuido para estar em ordem os documentos e o veículo e, simplesmente ODEIO trânsito em grandes cidades e viagens em feriados prolongados, como carnaval, por exemplo.

Em 2006, um carro que possuia foi multado no centro do Rio, numa quinta-feira antes do carnaval, sem nem ter saído da garagem. E foram duas gravíssimas.

Descobri as duas multas por estar vendendo o mesmo e paguei por elas para efetivar-se a transação.

Meu filho, querendo ajudar, tomou o problema para resolver com um "amigo" mas esqueceu-se e deixou vencer o prazo que eu tinha de 15 dias para apelar. Passou então a um desses caras que cobram para "retirar" (isso é Brasil, minha gente!!!!), sem que eu soubesse, pois sabe que não iria concordar.

Pois bem: descobri agora que minha CNH está suspensa desde outubro de 2007 e, como sempre, dancei nos R$150,00 cobrados (e pagos pelo meu garoto) pelo tal carinha, como havia previsto.

Foi a vez do DETRAN.

O grande problema do momento é que dependo de meu carro para ir ao trabalho.

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Não obstante, (isso é antigo héin!!!!???) a coisa que sempre prezei foi "ter meu nome limpo na praça", não dever a ninguém.

Em função disso, mesmo sem emprego fixo, pude entrar em financiamentos nesse período.

Faltando 3 prestações para quitar um financiamento de 24 meses de meu carro - meio de transporte - eis que surgem telefonemas, avisos e os cambaus a quatro da BV sobre uma das prestações. A mesma foi paga com antecedência e no caixa, em dinheiro, mas, ao que me pareceu não foi repassada pelo banco.

A minha pergunta é: E EU KIKO?

A resposta: meu santo nome no SPC E SERASA


A volta pode ser dada por advogado, em processo que quero (mesmo sem gostar) enfiar nesses caras.


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MEU ALERTA (não tem Ministério para isso):

SER UM CIDADÃO SIMPLES, NESSE DIAS DE TANTAS SUJEIRAS, PODE SER PREJUDICIAL A SAÚDE!






Motos sem nada (placas, documentos, etc) circulam por toda parte incólumes.

Carros com sons aberrantes circulam e ficam a noite inteira em frente ao prédio que moro numa orgia de bebidas, etc. Não têm dia nem hora (a última vez que acionei ao 190 levei um belo esporro da senhora que me atendeu e nunca vi a PM por aqui para dizer de meu direito ao descanso).

Caminhões que invadem o horário para passar na Rio-Niterói, tumultuam e rodam em faixas que não poderiam, quase atropelam aos carros pequenos em altíssima velocidade.

Carrões (BMW e etc) que não devem andar (ou seria voar?) a menos de 150 na Ponte e rodovia Niterói-Manilha, sem contar as famigeradas vans (pego as amarelas e azuis num trecho da minha vinda para casa às 6 da manhã e as vermelhas e azuis no restante do trajeto para ir e vir ao trabalho).

E sou eu que perco o direito de dirigir?

Onde estão DETRAN, DETRO, PM e PRF nessas horas?

Acho que deve cair no mesmo caso dos Auditores Fiscais da Fazenda: são todos de uma mesma classe.

Os excluídos como eu que se cuidem.
Afinal, alguém ter que pagar o pato... a galinha, os ovos, o ganso...


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Enquanto escrevia, recebi a ligação de minha querida Cris:

"Tava com saudades!"

Garanto que não é menor que a minha.

Um beijo grande para a Shirley, um enorme abraço no Luciano (desculpe-me o passado, meu caro - acho que bebia demais.... rsrsrsrsrsr) e tudo mais de bom para você minha grande amiga.


sábado, junho 07, 2008

Um pouquinho de orgulho do passado

Nos velhos áureos tempos de garoto, passei alguns anos em meio a muitos colegas que, como eu, tinha o sonho de conquistar a fama como jogador profissional de futebol.
Eram anos 70. O clube, o Botafogo de Futebol e Regatas que até hoje respeito, admiro e considero o mais bonito uniforme que conheço. A estrela solitária é algo ímpar.


Na verdade, queria falar do orgulho que carrego em ter sido colega de alguns nomes que hoje figuram no esporte nacional e ter convivido com tantos outros, ter o contar.
Na foto abaixo, entre outros, João Carlos é o lourinho agachado por último, da esquerda para direita. Creio ser o mesmo que esteve agora disputando as finais do campeonato mineiro, pelo Tupi, como treinador.
Era especial em sua maneira simples e sua educação refinada, mas sabia muito de bola com sua canhotinha na cabeça de área, o que era raro.
Ao seu lado, Paulo Roberto, quarto zagueiro com quem eu particularmente gostava de jogar.




Em pé, da esquerda para direita: "seu" Jair, Gomes, ..., eu, Luizinho Rangel, Dodô, Gélson e Serginho; agachados: ..., Vandeca, ..., Tiquinho, ìndio, Paulo e João Carlos.
Apesar de não lembrar de alguns nomes, pelo que peço desculpas, o mascote, sentado na bola, era o irmão do João Carlos.


Aqui estou junto com os mais ilustres companheiros de São Gonçalo e do Botafogo.
Luizinho Rangel, hoje no velho Botafogo, dirigindo as divisões de base e que estve recentemente (domingo passado) interino no principal contra o Náutico.
Luiz Ronaldo Nunes Rangel gostava muito de cantar nas travessias das barcas entre Rio e Niterói as músicas do Ivan Lins, como Madalena, que ele repetia o Ma, Mada, Madaleleleleeena...
Chegou a vestir a camisa do profissional e marcou grandes jogadores. A carreira não foi muito longa.
Ronaldo Torres - preparador físico atual do Flamengo.
A careca de hoje é a do "seu" Giusepe, pai dele, de quem herdou também o bom humor.
Minha garantia nos tempos de jogar junto, Ronaldo também chegou a ser profissional e a jogar no próprio Flamengo por algum tempo. Íamos e voltávamos juntos dos treinos, namorávamos perto de sua casa e ficávamos juntos em viagens.

Nota: esse era o uniforme que vestíamos em jogos mesmo. Os tempos eram outros e o clube só nos fornecia as camisas, surradas pelo juvenil. "Seu" Néca era disciplinador, cobrava muito mas era aficcionado pelo bom futebol, pela honestidade acima de tudo e era amigo de todos.
Muitas peripécias... que saudade!

Nossa!!!! Muito bom...

Que felicidade receber por aqui meus admiráveis amigos!
Já pensava que escrevia somente para mim mesmo mas, eis que recebo aqui nesse cantinho de novo a visita tão querida que muito me orgulha.
É muito bom saber que vocês estão bem e que não esqueceram desse SER aqui.
Tenho tido pouca inspiração ( trabalhar um pouquinho faz bem de vez em quando...rsrsrsrsrsr) e tempo. Quando me vejo diante do computador agora, geralmente ainda estou sonolento ou cansado para escrever. Velhos tempos que nada fazia e tirava horas para ficar por aqui.
Mas é bom demais estar sendo útil (depois de 3 longos anos) e ter a carteira assinada como trabalhador.
Nos fins de semana, tirando agora que saíram de casa e ainda não me ocorreu o sono, o computador fica alugado pelos filhos, noras, etc...
Meu bom amigo, posso dizer que estou satisfeito mesmo com meu Fluminense.
Acabei de encontrar um velho companheiro, tricolor mais roxo que eu, e lhe disse e fui entendido que estava satisfeito por nunca (eu disse n-u-n-c-a) ter visto um time tricolor jogando com tanta gana, raça e sorte. E mais: as duas partidas no Maraca foram épicas, para não serem esquecidas jamais. Sem contar a festa da torcida, tivemos de tudo que se possa temperar a disputa de um título inédito.
Reparem, meus caros, não vi ainda nenhum tricolor falando em Tóquio, campeão do mundo, etc... nenhum. Sabemos o que é sofrer, esperamos poder subir cada degrau e sonhamos que esse grupo continue iluminado e dando-nos toda essa alegria.
Até aqui, por nós tricolores, está muito bom. Estamos satisfeitos com esses dois jogos maravilhosos, contra adversários MARAVILHOSOS e com a festa que pudemos fazer.
Saibam todos do tamanho da emoção de tantos tricolores juntos.
Meu caro, não esqueça da recomendação da nossa querida que preciso cobrar a você.
A você um grande abraço, um beijão imenso de saudade para ela, cuidem-se sempre e muito obrigado por tudo.

quinta-feira, junho 05, 2008

Cala-te Boca!

É MEU FLUZÃO!!!!!
Sinceramente, já me considero campeão. Foram dois adversários de maior prestígio nos meios futebolísticos que ficaram para tráz, em jogos épicos, emocionantes e sei lá mais o quê.
Ganhar do São Paulo e do Boca Júniors, da forma como foram, é um fato histórico mesmo.
Meus filhos e mais 160 mil tricolores estiveram por lá, foram testemunhas para posteridade.
Estava trabalhando com radinho no ouvido mas, confesso, não posso ouvir ou ver jogos do meu Flu. Não dá certo.
Cheguei em casa e ainda estou com a camisa do time, que vesti a noite toda sob o meu jaléco.
É indescritível.
É muito bom também calar a FLA - BOCA, recém criada por gente recalcada que merece se calar também, junto com los hermanos e sua arrogância incomparável.








ESTAMOS ENTÃO AVISANDO QUE, DEPOIS DE ONTEM À NOITE, A FLA-BOCA AGORA SE TRANSFORMA EM FLA-BOQUETE, QUE É O QUE ESSES FLAMENGUISTAS PRECISAM FAZER NOS ARGENTINOS...

quinta-feira, maio 22, 2008

A Concentração

Eis que saio um pouco de minha rotina sem escrever.
Tenho acompanhado a TV em horários diferentes dos de costume. Vejo os jornais matutinos, em dois canais pelo menos, ao chegar em casa do trabalho.

Depois de um mês com a exploração do brutal caso da menina Isabela, surgiram outras tragédias e, se é que se pode dizer assim, "deram um tempinho" para a gente de uma coisa que estava massante e repudiante, se olharmos pelo ângulo daqueles inergúmeros que ficaram a cercar o casal, como se fossem resolver os problemas do mundo. Porque não fazem com os traficantes e seus comparsas ou com outros monstros à solta por aí? Lá o buraco é mais embaixo, não é?
Povinho besta!


Agora temos a China e Mianmar e a TV novas tragédias para explorar. Se bem que não há como transmitir ao vivo, com repórteres à espreita, mantendo guarda dia e noite, torcendo para uma notícia diferente das minúcias, mostrando as mesmas imagens o tempo todo, enquanto falam sobre coisas que não nos levam a lugar algum e nem reparam a perda de uma vida tão inocente.
Mas são tantas por esses nossos dias...
A China, sua cultura milenar e seu povo de muitas lutas pela vida, chora suas perdas e busca conforto a sua dor, na esperança de dias melhores. As 51 mil vítimas da natureza e a vibração natural de algumas pobres almas de sorte a serem resgatados com quase 10 dias ainda com vida.
O êxodo de cidades inteiras se mistura com a pujança de viver a todo custo.
Quanta dor!


Mianmar é mais crítico, mais pobre, um povo dominado por gente ruim que se acham deuses e não querem ajuda. Dá para imaginar que esses mesmos crápulas ditadores querem mesmo é se livrar de "alguns pesos" a mais.

Nos dois casos, a natureza mostra alguma coisa de sua força, sua reação a tantas agressões a nossa mãe Terra.


Vulcões saem de seu estado adormecido, incêndios enormes que se repetem todos os anos, ciclones que arrasam tudo por onde passam...

Qualquer um desses casos cá por nossas bandas e "tchal bença".
E olha que lá pelo sul já temos alguns poucos casos.
Eu me apovoro quando vejo essas coisas. Principalmente os incêndios em nossas matas. Mudo de canal ou saio da frente da TV.



Mudando de polos mas seguindo o mesmo tema: nesses últimos sete dias estive a espera de uma tragédia. Concentrado desde a quarta-feira passada, vivi a expectativa e a ansiedade de um novo "maracanaço". Meu time não é lá essas coisas e o São Paulo...
Deu tudo certo.
Os deuses do futebol nos reservaram a noite passada e nos presentearam com uma vitória magnífica, com muito sofrimento (e não era para ser diferente), nos últimos minutos.


Setenta e cinco mil vozes empurraram e foram testemunhas desse feito. Apitaram 90 minutos com 50 mil apitos a cada vez que o adversário pegava na bola, cantaram, gritaram e fizeram com que um time sem sangue se transformasse até fazer seu treinador desabar na grama de emoção.


Muita gente fez a mesma coisa nas arquibancadas e cadeiras, disse-me meu filho que lá esteve presente (para meu maior desespero, afinal, é um pé frio dos maiores).










Eu gritei, xinguei, vibrei ouvindo o rádio em pleno serviço. Sorte que trabalho à noite e com poucas pessoas... rsrrsrsrsrsrr

Na CBN, Evaldo José, o narrador, após sua repórter de campo Taissa Bravo dizer "tem que ser agora", aos 46 do segundo tempo, gritou finalmente :
"Que lindooooooo!!!!!!!" ... (ouçam essa gravação no site da rádio)


Alí senti então que valeu toda minha apreensão de sete dias, concentrado junto com os jogadores, para não sofrer como os flamenguistas há uns dias atrás.


Posso dizer que ainda faltam novas batalhas para o objetivo mas, essa foi vencida e nos dá a esperança e a experiência para elas. Testamos nossos corações.





E tivemos alguém que sabe tudo sobre coração a reger essa orquestra de apitos e emoções.

Valeu meu caro Washington, valeu a todos vocês, tricolores ou não.

O meu velho ainda bate aqui no peito, mais sossegado e feliz por ter vivido para ver um grande espetáculo e resistido a tanta emoção.



domingo, abril 27, 2008

Ainda estou aqui

É fato que ando bem relapso com meu cantinho aqui.
Trabalhando à noite e sem muita inspiração, fica um pouco difícil postar.
Mas, pela falta de comentários, creio não estar fazendo muita diferença se posto ou não...

Tenho saudades da Vivi, que anda por outros caminhos iluminando, com certeza, com seu brilho próprio de estrela, todos os lugares que passa ou está.
Alô Serginho! Como vão as coisas, seu sortudo?

Também sinto falta da leveza e facilidade com que a querida "super poderosa" escrevia. Beijo minha linda.

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Queria escrever sobre uma coisa que tenho visto muito ultimamente por aí. Na TV, na Net, não é muito difícil esbarrar com esses casos que, refuto, me deixam ao memso tempo pasmo e, quem sabe, revoltado.
Pasmo por ver pessoas com bom nível de vida social e até mesmo de formação, com cargos de representação maltratarem nossa querida (e difícil) língua nesses meios de circulação mundial.
Na TV, essa semana, vi um promotor de justiça (ou seria delegado?) em uma entrevista pronunciar "caba" quando queria dizer "ACABA LOGO COM ESSE PROCESSO..."
E outras mais...
Na Net, os "donos" de algumas páginas e muitos que por lá frequentam escrevem "chego", "bota", esquecendo-se dos lindos e pequeninos "R" ou "U" que fazem uma diferença danada.

Se já não me bastassem os "funkeiros" e pseudo-marginais (aqueles que imitam o linguajar dos caras e manos por acharem legal)...

Enquanto isso, os políticos (ou ladrões amparados por suas próprias leis????) continuam aumentando seus ganhos (pode ler verba) na cara de todos nós.

Deixa para lá... não sei mesmo como curar o mundo de tantas coisas mais sérias...

Pobre Português.
Pobre País.
Pobre de mim.

quinta-feira, abril 17, 2008

Aniversariantes de amanhã

Há alguns anos, ela apareceu em minha frente com um vestido azul que deixava mostrar suas belas pernas e suas lindas formas. Queria que a levasse a algum lugar. Qualquer um.
Não podia e meu argumento era forte por se tratar de meu trabalho, minha responsabilidade.
Tinha que ocupar meu lugar, em meu turno na Fiocruz.
Linda e tentadora, insistia enquanto me acompanhava até o estacionamento que distava de minha casa uns 100 metros.
Atendia seu celular que tocava insistente quanto ela para que não fosse trabalhar e saísse para comemorar. Era seu aniversário.
O dever e meu orgulho (estávamos afastados haviam dois meses mais ou menos, fruto de um de nossos tropeços) me fizeram resistir.
Já no terceiro andar daquele prédio escuro que servia à guarda do meu e de outros carros, por não haver me convencido em seu propósito e para não perder de zero, fez amor comigo entre a parede e o carro.
Aquela noite, 18 de abril, meu trabalho e ela, ainda que passado, são marcas em minha vida...
Amanhã ela fará 43 anos estupendamente bem vividos e deve comemorar muito por aí neste vasto mundo.

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Grande Carlão!!!!!!!!!!!!!!

Queria ser o primeiro a parabenizá-lo e desejar tudo de bom. Por isso, estou fazendo adiantado em um dia.
Meu guru da sorte neste ano, fiquei muito feliz em poder estar aqui agora (e amanhã também) escrevendo isso. Você me deu essa chance de continuar seu amigo.

Feliz Aniversário, meu chefe!!!

sábado, março 29, 2008

Que semana!!!!!

Uma semana que deveria se encerrar agora pela manhã, vai esticar com um trabalho extra amanhã. Putz, trabalhar a semana toda, à noite e ter que fazer "serão" no domingo... eu realmente não gosto.
Podem contar com meu mal humor.
Mas quero falar também da dengue nossa de cada dia.
É triste ver as pessoas na porta de hospitais, implorando para serem atendidas ou aos seus?
Não é não, meus caros. Assim eu penso e vou explicar.
São essas mesmas pessoas que ignoram os alertas sobre a doença e pior, no meu modo de ver, são as mesmas que ignoram as condições de saúde e educação que hoje todos temos.
É muito fácil ignorar as coisas a que teríamos direito - vide tantas e tamanhas taxas que somos todos obrigados a pagar ao Estado, em tudo que se possa imaginar - quando não se precisa delas.
Todos os dias vemos as condições de hospitais (hospitais?????) e doentes que deles se acorrem para sanar dores, enfermidades. Sabemos que os hospitais estão mais enfermos que todos que lá vão a procura de alento a suas mazelas e nada fazemos. A imprensa, toda ela, divulga claramente para todos a realidade que não se quer ver, até que então se precise dela.
Não sinto pena nem dó daquelas senhoras em desespero com seus filhos no colo, diante de câmeras de TV, querendo que se resolva sua dor em meio ao caos que elas ignoraram todos os dias até ali.
Quando elas irão entender que os direitos do cidadão estão usurpados em todo o País, sei lá por qual política (política????) ou político?
Quando esse povo vai crescer em mentalidade e ver que interessa a meia dúzia deles que que o povo tem que sofrer para que eles lucrem e tenham sempre seus cargos garantidos?
Quando eles vão enxergar que seus filhos têm cada vez menos a educação que deveriam ter e não a que vemos com crianças na quinta série sem ao menos saber ler?
Interessa a eles que o povo seja mais e mais ignorante, que curta mais e mais as culturas inúteis das novelas e bailes funk's, o linguajar dos marginais do alto dos morros, a idolatria da violência que assola e assusta, arrepia e atemoriza os cidadãos de bem.
Nessas horas culpa-se o "Governo" em suas caras e difíceis divisões municipais, estaduais e federais e que "não estão nem aí pro povo" e suas lamúrias.
Acho que nas cabeças deles (políticos e etc) deve passar as seguintes coisas: "Bem feito, cambada! Quem mandou votar neles..."
O interesse deles é somente em si mesmo e é bandeira de lucro político que tenham sempre hospitais cheios, macas em corredores, médicos sem sálarios dignos, profissionais desqualificados, cabides de empregos, etc e etc a sua custa. A custa de todos alí precisam ser atendidos e deveriam, se assim cobrasse a quem quer que seja os seus direitos.
Ou vocês acham que é você, povo, que determina de quanto será o aumento no salário deles?
Ou suas mordomias? Seus lucros e falcatruas? As caras absurdamente lavadas para explicar os atos ilícitos como se fosse castigo para todos, um atestado de burrice que parecem impor a todos nós?
Não senhores. Vocês (e eu também) somos uns fracos.
Choramos a morte de algum conhecido e desconhecidos "por falta de atendimento" ou por falta de vergonha em nossa caras? Até quando?
Minha primeira sugestão de "luta" seria um boicote geral nas urnas desse nosso imenso País.
Não podemos fazer um panelaço como os Hermanos... há que se admirar aquele povo, pelo menos nisso.
Me desculpem, não consigo esconder minhas revoltas e indignação para com uma grande corja de aproveitadores carniceiros, suas obras de interesses próprios em nome e a despeito de um grande e pacífico povo, alegre e trabalhador.
E isso virou cultura para os jovens valores que possuímos.
Eles querem mais é o boi na sombra a mercê de "otários". Um cargo de valor no Estado significa acesso a muitas coisas fáceis e diversas que possa alcançar.
O policial é um exemplo banal da pior das situações que cresce em meio a população de bem.
Com um salário daqueles? Só podem mesmo é viver a sua guerra particular para sobreviver mesmo. E no meio que habitam... não podem mesmo pensar em coisas boas, um só momento de suas pobres vidas corrompidas por tanta violência insana.
Não há valores a se dignificar uma vida em nosso dia-à-dia de hoje.

sábado, março 22, 2008

Não era linda?

Minha querida e saudosa mãezinha.




Uma mulher forte nas coisas simples da vida, ela era um esteio de toda família.

Mamãe me ensinou a ser simples e ter coragem. Não aprendi o bastante... não como ela.

Na foto, que transformei em monocromática, ela tinha só 17 aninhos.

Sei bem que de onde estiver estará cuidando de nós.

Saudades minha mãe...

terça-feira, fevereiro 26, 2008

Para você Vivi

Quero dizer de toda minha saudade e do encanto que você é para mim.

Por ser EX MASCARADA, tirei desse cantinho aqui o endereço e sua foto que eram fonte de inspiração.

Acredito que esteja bem e também feliz, que é a imagem que guardo e tenho de você.

Fique certa que você estará em meu coração sempre e em meus pensamentos.

Quanto ao Serginho... aaaahhhh é um cara de sorte!!!!
E volto a dizer: se você gosta dele e se ele é bom para você, então é o cara... rsrsrsrr

Um abraço Serginho. Cuidem-se meninos!

domingo, fevereiro 24, 2008

Um Anjo da Guarda

Em um dia dessa semana atribulada que passou, ao chegar de meu novo emprego e comentar sobre o dia que passei, lembranças me vieram a cabeça e me fizeram chegar ao meu início em Farmanguinhos, em 2000.
Lá encontrei uma pessoa a quem a minha grande gerente ("a mulher da minha vida profissional") Shirley Trajano designou para me recepcionar. A ela coube levar-me até o DP e me apresentar.
Em poucos minutos, nos corredores e escadas por onde caminhamos até o DP, ficamos amigos. Amigos à primeira vista, posso dizer.

A figura solta, leve e de muita firmeza, faz daquela mulher a simpatia em pessoa.
Depois, conhecendo sua performance de trabalho, sua facilidade para ensinar o que sabia e tendo sua amizade a meu favor, tudo ficou muito fácil para mim naquele desafio profissional.

Eu saíra de um emprego de 21 anos onde as condições de trabalho eram completamente diferentes. Dirigia um fusquinha e passava então para BMW's, na FIOCRUZ, com medicamentos... tudo novo e grande para quem sabia somente de açúcares e polióis, CG's e em São Gonçalo.
Então, fui ao telefone e disquei para um velho número que tinha anotado. Ela não estava.
Mais tarde, fui acordado por aquela voz que não dá para não reconhecer e aquela risada caracteristicamente gostosa, quase uma Fafá de Belém (rsrsrsrsr... ) .

Querida Cris, eu tenho muito por escrever para dizer o que você significa para mim e muito para agradecer por tudo que fez por mim também. Se não o fiz na época certa me desculpe, hoje tento corrigir aqui.
Fiquei muito feliz em falar com você, saber de seus sucessos, que as crianças (Bam-Bam e Pedrita agora com companhia que ainda não "batizei") estão bem e tudo mais.

Como minha "anja da guarda" que sempre foi, me dando forças sempre, as suas palavras soam na força da ordem para mim e me dão esperanças.
Ninguém mais que você sabe de minha vida, de meu trabalho, de minhas fraquezas, loucuras, decepções. Ninguém mais que você soube me compreender e estar sempre de meu lado, com palavras e carinho, mesmo estando errado, tentando me mostrar a coisa certa.
Você se lembra de termos discordados alguma vez? Não nos entendido?

"Obrigado por tudo" .

Assim a Shirley se dirigia a mim quando terminava uma ordem ou obtinha uma informação.

"Obrigado por tudo" minha querida Cris.


Vibrando muitas vezes na frente de um cromatógrafo após realizar algum feito, você dizia "eu sou fóda". Eu sempre soube e respeitei isso.


VOCÊ É MESMO PHÓDA!


Um enorme beijo.

Altair

Fotos da constelação de Áquila




Maior estrela da constelação de Aquila, Altair é ainda a 11ª em classificação de brilho.


Altair, nome de origem árabe que significa "anjo em vôo" é a estrela de primeira grandeza da constelação de Áquila.
Magnitude aparente 0,89, magnitude absoluta 2,4 e
tipo espectral A7. É oito vezes mais luminosa que o Sol. A sua temperatura superficial é de 8600K. Possui um movimento próprio de 0,658 segundo de arco por ano (1º em 5470 anos) e uma velocidade radial de -26km/s. A sua distância à Terra é de 16 anos-luz.



Não tenho o que reclamar de meu nome, não é!

terça-feira, fevereiro 19, 2008

Aniversário de hoje

Com minha nova empreitada de vida tomando meu tempo e me deixando "mortinho com farofa', quase não tenho estado pela net.

Hoje, porém, 19 de fevereiro, preciso registrar mais um aniversário.
É... são 5.1 aninhos.

Mas queria dizer também de minha entrada em uma igreja para conversar um pouquinho com Deus (que já não fazia há muito tempo, pelo menos em "sua casa") após descer do ônibus que me traz do trabalho.

Fui para, principalmente, agradecer e pedir o seu perdão.
Depois de ver na TV pessoas que necessitam das sobras do Ceasa - o que se joga fora - para sobreviver, resolvi e entendi que sou um pecador e que devo, mas devo muito mesmo, pedir o meu perdão. Tenho muito e penso que não sei... não agradeço essa bênção.

Esta semana, soube de uma menina de 15 anos que tirou sua vida por não deixarem que ela viajasse com seu namorado no carnaval.
Que coragem!!!!! Tantos outros carnavais por virem.

Todos viram também um jovem se matar em plena Rodovia Castelo Branco, por sua amada.
Loucura... não pensou em ninguém. Poderia ter tirado a vida de mais alguém...
Estragou a viagem e o trabalho do motorista em quem bateu...
Deus foi bom com ele.. se matasse alguém e ficasse por aí...

Então vejo pelas rua do Rio pessoas que não mais têm vida.
Maltrapilhos, olhando para o nada, sentados ou deitados na praça Tiradentes. Enrolados em trapos, sujos, sem vida mesmo... o que se passa com essas mentes? Ainda são alguma coisa? Ainda pensam?
Como explicar vidas diferentes?
As que buscam forças para seguir, cozinhando o que consegue no chão de feiras e Ceasa e os que deixam a vida se esvair sem nada perceber ou sentir? Ou ainda aqueles que saem dela em atos de loucura ou de coragem inusitada?
O SER...
Este aqui, entrou na casa de Deus hoje, rezou um pouco e pediu por todos.

sexta-feira, fevereiro 08, 2008

Enfim...

Estive um pouco fora do ar, eu sei...
Andei cuidando de algumas coisas pessoais e profissionais. As duas juntas, se assim posso dizer.
Então veio o carnaval e aproveitei um pouco do tempo que estive sozinho para cuidar de uma página para mim. Quero acrescentar a meu Curriculum.
Encontrei umas fotos em meus guardados como essa que agora mostro.


Isso mesmo. Eu fantasiado de palhaço...

Devia ter uns 5 anos.

Não. Menos... coisa de minha mãe.

A diferença para hoje é só a minha idade. Ainda me sinto vestido assim em um País que, só em SP, existem cerca de 45000 cartões de crédito corporativo (CCC??!!) e tanta gente boa sem nada para comer, gastar, seguir... ser... Cambutadefedapada.

Não importa. Não vou mudar nada mesmo. Só vou ficar puto, indignado e sei lá mais o quê.

Essa é minha mãe. Creio na mesma época de minha foto de palhaço.


Enviei algumas para meu irmão e ele me agradeceu muito. Aliás, meu irmão mudou de Aparecida para Ribeirão Preto. Mudou de mulher também. É a segunda vez em 1 ano. Eu ainda nem conheço essa...

De bom e novo por contar, só o que a minha reaproximação com meu amigo Carlos Teruya me proporcionou nestes meses. Primeiro a chance que ele me deu em aprender e ficar com eles, o carinho profissional com que tratou comigo e sua presença sempre forte, decisiva, me fazendo pensar assim também.
Infelizmente existem algumas coisas que nos impedem e que também impelem a fazer alguma coisa nessa vida de Deus. Eu teria que ir para Sampa, morar por lá. Meu pai, que ainda ( Graças a Deus) nos ampara, foi contra. Ele foi mais pessoal. Afinal, está com 88 anos e só conta comigo para algumas coisas com o Sidy agora a 800Km distante.

Pois bem: em minhas andanças pela Intecrom, querendo aprender, (e foram poucas) encontrei pessoas que haviam feito parte de meu passado profissional. Foi com eles minha primeira parada em 2000, após perder a Getec, minha filha, aquela moça e quase, quase a minha vida que tentei tirar. Era somente uma ajuda mas era de bom grado. Foram pessoas importantes para mim, naquele momento.
Eu começo na segunda-feira, dia 11 de fevereiro em mais essa porta que se abriu.
É de novo um recomeço e as figuras são aquelas que me deram a mão e me puxaram para cima com as suas asas escondidas de anjos.
Outra vez eles aparecem em meu caminho em meio a turbulência de 3 longos anos de incertezas e sem perspectivas.
Precisou resgatar um ciclo que outrora foi meu. O Carlos, a Intecrom e agora o J. Antonio, o Gabriel, a Rosana... não há mais Getec, não há São Victor Hugo, nem amores, perdas...
Experimentos do tempo? O mesmo que vemos passar, girar o mundo e voltar sem que percebamos? "Dê tempo ao tempo", dizia o filósofo e ex amigo Jorginho (sinto sua falta, meu caro).
Carlos, quando me reaproximou dele, mudou muito a essa vida comum e, confesso, angustiada por não ter mais um pouco do que tive e era de minha consideração. Carlos, Jorginho, Alice, João, a Trindade, meu trabalho...
A lição me foi passada e preciso aprender.
Já pedi ao meu guru Carlos, meu talismã, que me deseje sorte.
Agora peço a vocês.


P.S.: Dêm uma lida na apresentação desse blog. " O mundo gira..."

terça-feira, janeiro 22, 2008

Mar Sem Fim

Um programa BRASIL


Desde o ano passado, por verdadeira recusa em assistir a programação "normal" dos canais abertos, delirantes em mediocridades, novelas e etc, rodava os canais e deparei com um belo programa na TV Brasil (antiga TVE - RJ). Chama-se Mar Sem Fim e destacava as belezas naturais em nosso imenso litoral e seus contrastes de destruição feitas pelo homem.



Chamava a atenção a simplicidade da apresentação, a trilha sonora exclusiva, e a rota sempre pelo mar.


Após alguns programas, descobri que a viagem era mais ou menos parecida com a que tenho em mente, cantinho por cantinho desse imenso litoral, caso viesse a ganhar a Mega-sena, claro.
Eu dizia que começaria por aqui e quando chegasse a Marajó estaria velhinho, com várias esposas, filhos e netos que juntaria nessa saga afora...

Sonhos e delírios a parte, apresento aqui um pouco do que vi e resolvi visitar pelo site agora que anunciaram a última etapa da viagem no próximo fim de semana: Chuí.
Eles atravessaram do Oiapoque ao Chuí em um veleiro, visitando e mostrando belezas que todos sabemos que existe mas que não podemos deixar de amar: a costa desse nosso lindo Brasil.



Projeto MAR SEM FIM
Objetivo :
Percorrer a costa brasileira a bordo de um veleiro, produzindo programas para TV (cerca de 90 episódios), boletins para o Rádio, e reportagens para o Site.
Período :
Vinte e quatro meses. O programa entrou no ar em Abril de 2005, na TV Cultura, de São Paulo, e deve ser encerrado em Março de 2007. Na TVE- RJ, começou a ser veiculado em Maio de 2006, e prossegue até o final da série, neste caso, em Abril de 2008.
Justificativa :
Pela primeira vez nosso litoral está sendo visto na perspectiva do mar para a terra e não o contrário.



Daí surgiram dois livros e um site com lindas fotos (muitas mesmo, como essa que mostra o Mar Sem Fim encalhado perto do Pará) e informações valiosas.









O Brasil visto do Mar Sem Fim

de João Lara Mesquita

Entre abril de 2005 e abril de 2007, João Lara Mesquita desceu a costa brasileira a bordo de seu veleiro, o Mar Sem Fim, produzindo uma série de noventa documentários para a TV Cultura de São Paulo. Foram 33 etapas (era preciso voltar sempre a São Paulo, para a edição dos programas), nas quais percorreu mais de 6 mil milhas – ou 11 mil quilômetros – entre o Oiapoque e o Chuí.João fotografou muito durante as viagens. Relatou em um diário as dezenas de conversas que teve, as entrevistas feitas por ele e sua equipe e suas impressões sobre a ocupação da zona costeira. Este livro é o resultado desse trabalho. Com cerca de seiscentas fotos e o texto praticamente integral de seus diários, é um documento e tanto sobre nossa costa e o relegado e maltratado espaço marítimo brasileiro.

Visitem o site: http://www.marsemfim.com.br/

Depois me contem o que acharam.

sexta-feira, janeiro 11, 2008

Estou por aqui


Parei agora para reler o que escrevi na noite de ano novo.

Primeiro dia do ano e eu assim???!!!!


No fundo queria dizer alguma coisa, conversar com alguém... como não havia ninguém...


Mas até que não fui mal de todo... escrevi para mim, eu entendo.

Peço desculpas a todos que por ventura passaram por aqui...

Em especial a Vi.

Hei, linda! Vc já viu tudo que escrevi de vc?

Sua falta acarreta essas "tempestades" em meu cérebro. Acho que era melhor quando tinha vc e a Flor para me inspirarem... se bem que já estava ficando chato, não?


Sexa-feira... cervejas, lembranças, momentos, vida, lembranças, realidade...


Meu dia não foi bom.

Mas tenho muito em que acreditar. Em dias melhores que virão, nas coisas que estão a minha volta, que existe Deus, a Natureza, meu pai, meus filhos, a Vivi, o Carlos... e eu.


A Claudinha, a Regina, Rosalina, Sandra, Gláucia, Lili, Flávia, Roberta, Judith, Márcia, Débora, e outras... lembranças... boas lembranças que me fazem falta viver outra vez.








terça-feira, janeiro 01, 2008

LUZ...

Preciso escrever...
Confessar aqui algumas coisas que me enchem o peito de sentimentos misturados, confusos até.
Em minhas passagens de vida, há uns anos atrás, quando conheci aquela que mudou para sempre minha vida, meu viver, nunca imaginei que chegaria tão longe. Nunca imaginei aquele amor, paixão desenfreada em erros e acertos.
Ano Novo... só restam alguns balões a deixar cair e explodir suas cargas de cascatas prateadas, foguetes e bombas, luzes coloridas. E são muitos... que vejo por trás das grades da janela de minha sala, por sobre telhados, enquanto fumo um cigarro.
Na TV, um filme com Fagundes que insiste em tirar minha concentração.
Escrevi em minha mente muitas coisas antes de estar aqui teclando. Entre elas, da minha prisão imposta a mim mesmo, escondida na vergonha que uso para não mais sair, não mais tentar viver. Afinal, estou de volta ao reduto onde tudo se desenrolou...
Tudo isso tem me feito mal.
Não sou (e me sinto assim) o mesmo que conheci, que conheceram, que fazia bem, que gostava de ser e de estar em meio a amigos e amigas, motéis, bares, futebol, praia, coragem, erros e acertos... mais erros que acertos, com toda certeza.
Me sinto como um prisioneiro. Tenho o peito fustigado por uma coisa que só quem sente ou sentiu pode entender: S-A-U-D-A-D-E.
Ela me faz retornar a lembranças boas e me faz sentir a dor do desespero, da perda, da inconsequência, humilhação.
Ela me trás a realidade quando sacudo a minha cabeça e falo para mim mesmo: "Esquece..."
Incontáveis vezes.
Acordo e durmo ainda com suas lembranças. Às vezes me furto a sonhar com ela... acordado para poder dormir.
SAUDADE!
Já me atormentou mais num passado recente.
Em minha prisão, aprendi a não deixar que ela me transforme de vez naquele louco que via no meu espelho.
Sacudo a cabeça e "esquece"... choro baixinho junto com meu coração abafado pela necessidade de viver, pela imposição do cérebro. Na razão preciso sentir raiva, mas só a consigo ter de mim mesmo.
Os fantasmas que vagueiam minha vida são frutos de meu viver.
As maravilhosas lembranças que tenho não me deixam sequer olhar alguém que se beija apaixonado em uma tela de TV.
A minha alma está marcada, meu coração sofrido e eu sigo com o resto o que a mim foi determinado a cumprir.
Chega...
O que queria era dizer dessa saudade.
O que desejo é estar liberto dessa maldade (praga que dizem durar sete anos).
O que preciso é ter e dar carinho, pois essa é minha forma mais simples de me encontrar.
O que cumpro são as formas Daquele lá de cima ensinar, fazer entender seus caminhos traçados e respeitar suas mais benevolentes leis: Meus pecados.
Que me ouçam os Deuses: Luz e Paz!




Ser Somente 1000

 Em uma das últimas cenas do filme "O Último Samurai" , o personagem de Tom Cruze ao ser indagado sobre como havia morrido Katsumo...